Nossa Missão
Muitos empresários ainda enxergam o advogado empresarial como um profissional a ser procurado apenas em situações extremas, quando o conflito já está instalado ou quando o problema jurídico se tornou inevitável.
Essa percepção, embora comum, acaba afastando a empresa de um acompanhamento que poderia evitar prejuízos relevantes, reduzir riscos e trazer maior segurança para as decisões do dia a dia do negócio.
O Direito Empresarial não se limita à atuação em processos judiciais.
Ele está diretamente ligado à organização da empresa, à estruturação de contratos, à definição das regras entre sócios, à análise de riscos e à condução de negociações estratégicas.
Saber quando procurar um advogado especialista nessa área é uma decisão que impacta o crescimento, a proteção do patrimônio e a própria continuidade da atividade empresarial.
Pensando nisso, preparamos esse post especialmente para você!
Como Advogados Especialistas em Direito Empresarial, explicamos tudo sobre Quando procurar um Advogado Especialista em Direito Empresarial.
Dá só uma olhada:
.
Então, vamos ao que interessa?
Quando procurar um Advogado Especialista em Direito EmpresarialSe você é empresário, quero te ajudar a responder uma pergunta que parece simples, mas que custa caro quando é ignorada: em que momento vale a pena chamar um advogado empresarial. A resposta mais honesta é esta: Antes do problema virar prejuízo. O Direito Empresarial não existe apenas para “brigar no processo”. Ele serve para estruturar, prevenir, negociar com segurança e proteger o seu negócio em decisões que você toma todos os meses, às vezes toda semana.
|
Muita gente associa o advogado empresarial a um “socorro” quando o problema já estourou: conflito entre sócios, dívida, processo trabalhista, autuação fiscal, contrato malfeito, cliente inadimplente.
Só que o melhor custo-benefício do Direito Empresarial acontece antes disso, na estruturação do negócio e na abertura da empresa.
É exatamente nesse começo que você define as regras do jogo, escolhe o caminho tributário, desenha a proteção patrimonial dentro do que a lei permite, ajusta o modelo societário e cria uma base contratual mínima para vender, comprar, contratar e crescer com segurança.
Abrir um CNPJ é rápido. Estruturar uma empresa é outra história.
A formalização sem planejamento costuma gerar custos ocultos:
No início, o empresário está focado em faturar, contratar, entregar.
Só que juridicamente você já está assumindo riscos relevantes, muitas vezes sem perceber:
O advogado empresarial entra justamente para evitar que o “crescer” vire “pagar o preço”.
É comum ver empresas com boa operação e bom produto travarem por problemas evitáveis, como:
O começo é quando você consegue evitar quase tudo isso com decisões simples, bem tomadas.
O advogado empresarial não é “um cartório”.
Ele faz engenharia jurídica do negócio, alinhando o que você quer construir com o que é juridicamente seguro e eficiente.
Antes de escolher “LTDA”, “SLU” ou outras formas, é preciso responder perguntas que mudam tudo:
Com isso, o advogado estrutura o tipo societário e as regras internas compatíveis com o negócio.
O contrato social genérico costuma ser curto e insuficiente.
Um contrato social bem pensado antecipa situações que inevitavelmente aparecem com o tempo:
O objetivo não é “complicar”, e sim dar previsibilidade.
Previsibilidade reduz conflito.
Um ponto central do planejamento empresarial é reduzir exposição desnecessária, especialmente no início, quando o negócio ainda está vulnerável.
O Advogado orienta sobre:
Você não precisa ter “um contrato para tudo” no dia 1.
Mas precisa ter o básico bem resolvido:
Isso evita aquele cenário comum: o empresário entrega, o cliente muda o combinado, atrasa pagamento e, quando você vai cobrar, percebe que está sem base documental.
O início costuma ter parcerias “de confiança”, contratações rápidas e acordos informais.
O advogado ajuda a transformar confiança em estrutura, sem atrito, com instrumentos objetivos que protegem todos:
Imagine dois sócios que abrem uma empresa de serviços.
Um entra com capital e o outro entra com operação e relacionamento comercial.
Eles abrem o CNPJ com um contrato social padrão e começam a vender.
Seis meses depois, a empresa cresce.
O sócio operacional decide sair e levar clientes.
O outro sócio entende que a carteira pertence à empresa.
Não existe cláusula de não concorrência, não existe regra de saída, não existe apuração de haveres, não existe definição clara de quem é dono do quê.
O resultado típico é disputa: cada um com uma narrativa, perda de clientes, paralisação da operação e, muitas vezes, judicialização.
Mesmo que resolvam, o custo é alto, em dinheiro, tempo e desgaste.
Agora compare com um cenário em que, antes de abrir, o advogado estrutura:
Nesse caso, se alguém sair, a empresa não quebra.
A saída acontece com regra, cálculo e previsibilidade.
O Advogado Empresarial é crucial para crescimento com segurançaSe você está estruturando o negócio e abrindo a empresa, este é o momento ideal para trazer o advogado empresarial para perto. É quando as decisões custam pouco para mudar e geram impacto enorme no futuro. Depois que o problema aparece, normalmente você ainda consegue resolver, mas com menos opções, mais custo e mais desgaste. No início, o advogado ajuda você a começar certo: com regras claras, base societária sólida, contratos adequados e um caminho mais seguro para crescer.
|
Entrar em sociedade costuma ser um dos movimentos mais importantes na vida de um negócio.
E também um dos mais delicados.
Na prática, sociedade é um contrato de longo prazo, com impactos diretos no patrimônio, na tomada de decisões, no fluxo de caixa e na continuidade da empresa.
Por isso, o momento ideal para procurar um advogado empresarial não é quando aparece o conflito.
É antes de assinar qualquer documento, antes de abrir ou alterar o CNPJ e, muitas vezes, antes mesmo de combinar percentuais “de boca”.
Muita gente entra em sociedade com base em confiança, amizade, empolgação ou senso de oportunidade.
Isso é natural.
O problema é que confiança não substitui regra.
E, no Direito Empresarial, quando não há regra, a solução costuma ser mais lenta, mais cara e menos controlável.
Quando você vira sócio, você não está apenas “dividindo lucros”.
Você está definindo:
Se essas regras não forem estruturadas desde o início, qualquer divergência vira uma disputa de narrativas, e a empresa vira campo de batalha.
No início, normalmente os sócios estão alinhados.
O problema aparece quando surgem situações comuns do mundo real:
Esses eventos não são exceções. São possibilidades previsíveis.
O Advogado ajuda a tratar o previsível com antecedência.
A ausência de estrutura jurídica adequada gera risco em três níveis: controle do negócio, patrimônio e continuidade da operação.
Quando as regras são genéricas ou inexistentes, as decisões do dia a dia ficam vulneráveis.
Por exemplo:
O resultado é uma empresa que até tem mercado, mas fica travada internamente.
Sem clareza sobre pró-labore, distribuição de lucros, periodicidade, reservas e aportes, a sociedade vira fonte constante de atrito.
Um sócio pode se sentir financiando o outro.
O outro pode se sentir explorado.
E a empresa perde capacidade de investimento e planejamento.
Dependendo de como a sociedade é estruturada e administrada, um sócio pode assumir riscos que não percebeu, como:
A função do Advogado empresarial é criar organização e limites, para que cada sócio saiba exatamente o que assume e o que não assume.
Aqui está o ponto central: o advogado não entra para burocratizar.
Ele entra para prevenir conflitos e dar segurança de execução.
Antes de formalizar, o advogado alinha com você questões como:
Isso pode estar no contrato social, em acordo de sócios ou em documentos complementares, conforme o caso.
O advogado antecipa os momentos mais sensíveis e transforma em cláusulas objetivas:
O efeito prático é simples: se um dia houver divergência, existe trilho. Sem trilho, a empresa descarrila.
Entrar em sociedade é, também, proteger o negócio contra comportamentos que podem surgir com o tempo:
O advogado estabelece limites e consequências, e isso reduz muito a chance de abuso.
Quando você vai entrar em sociedade, é prudente avaliar alguns aspectos do parceiro, sempre com cuidado e dentro da legalidade:
Isso não é desconfiança. É profissionalismo. Sociedade é uma decisão de impacto patrimonial e empresarial.
Dois empresários decidem abrir uma empresa.
Um traz capital e o outro traz operação e clientes.
Eles combinam que será meio a meio e abrem com um contrato social padrão.
Nos primeiros meses tudo vai bem.
Depois, a empresa cresce e o sócio operacional começa a retirar valores maiores, alegando que trabalha mais.
O sócio investidor discorda, porque vê o caixa encolhendo e obrigações chegando.
Além disso, o sócio operacional começa a atender alguns clientes diretamente, afirmando que “foram dele”.
Sem regras de pró-labore, distribuição, prestação de contas, proteção de carteira e limites de atuação, o conflito aumenta.
A operação começa a perder ritmo, os clientes percebem instabilidade e a empresa trava.
Quando tentam encerrar a sociedade, surge outra discussão: quanto vale a participação de cada um e como calcular isso.
Agora veja como o Advogado poderia ter ajudado, antes do início:
Isso não impede que um dia haja divergência. Mas impede que a divergência destrua a empresa.
Entrar em sociedade é escolher um caminho jurídico, não só comercial Quando você entra em sociedade, está criando uma relação com potencial de gerar grande crescimento, mas também grande conflito se não houver estrutura. O papel do advogado empresarial é garantir que a sociedade tenha regras claras, mecanismos de proteção e um plano de funcionamento e saída. A melhor hora de contratar um advogado empresarial é antes de assinar, antes de abrir ou alterar o CNPJ e antes de colocar dinheiro, trabalho e reputação dentro de um acordo informal. Assim, você começa com segurança, evita disputas previsíveis e protege o que realmente importa: a continuidade e a saúde do negócio.
|
Muitos empresários só procuram um advogado empresarial quando o problema já virou urgência: conflito entre sócios, bloqueio de assinatura no banco, investidor exigindo ajustes de última hora, ou até risco de responsabilização pessoal por falhas de governança.
O ponto é que o contrato social e as regras internas não são apenas documentos formais.
Eles são o manual de funcionamento da empresa, definem poderes, limites, responsabilidades, distribuição de lucros, entrada e saída de sócios, e a forma de resolver impasses.
Se a sua empresa cresceu, mudou de operação, recebeu novos sócios, criou novas linhas de negócio, passou a contratar gestores, ou começou a assinar contratos relevantes, o momento de revisar os documentos já chegou.
A revisão preventiva é um dos movimentos mais eficientes para reduzir risco e evitar litígios.
O contrato social é o documento que estrutura a empresa, especialmente em sociedades limitadas.
Ele define, entre outros pontos, quem são os sócios, qual o capital social, como se dá a administração, quais são as regras para deliberações, e como ocorre a distribuição de resultados.
As regras internas, por sua vez, podem estar dentro do próprio contrato social ou em documentos complementares, como acordo de sócios, regimento interno, políticas de governança, regras de alçada e assinatura, e instrumentos de delegação de poderes.
Em empresas que crescem, esses documentos passam a ser tão importantes quanto o contrato social, porque organizam o dia a dia e evitam decisões improvisadas.
Quando esses instrumentos não refletem a realidade atual, a empresa opera com uma base jurídica frágil, o que gera insegurança para os próprios sócios e para terceiros, como bancos, clientes, fornecedores, parceiros e investidores.
A seguir estão situações típicas em que a revisão não é opcional, e sim recomendável por gestão de risco e segurança jurídica.
Entrada de novo sócio, saída de sócio, falecimento, divórcio com reflexos patrimoniais, doação de quotas, sucessão familiar e reorganizações internas costumam expor lacunas do contrato social.
Sem regras claras, a empresa fica vulnerável a disputas sobre avaliação de quotas, prazos, pagamentos e direitos de voto.
A empresa passa a faturar mais, contratar mais, assumir obrigações maiores e firmar contratos de maior valor.
Nesse momento, é essencial ter regras de alçada e assinatura, delimitação de poderes dos administradores e mecanismos de controle, para evitar que uma decisão isolada comprometa a empresa inteira.
Quando a empresa deixa de ser administrada diretamente pelos sócios e passa a ter diretor, gerente ou administrador não sócio, a necessidade de regras internas aumenta.
É importante formalizar limites de atuação, metas, padrões de reporte, responsabilização, e como se aprova gasto, contratação e endividamento.
Discussões sobre retirada de pró-labore, reinvestimento, contratação de familiares, distribuição de lucros, e decisões estratégicas costumam ser sinais claros de que a empresa está operando sem um sistema decisório bem desenhado.
O ajuste do contrato social e a criação ou atualização de acordo de sócios são instrumentos para reduzir atrito e impedir que o conflito paralise a operação.
Investidores e bancos analisam governança e previsibilidade.
Se o contrato social está desatualizado, ou se não há regras internas claras, o processo trava, o risco percebido aumenta e o custo de capital tende a subir.
Muitas negociações são perdidas não por falta de resultado financeiro, mas por falta de organização jurídica.
Quando a empresa amplia atividades, entra em novos mercados, abre filial ou altera estrutura operacional, é comum haver necessidade de ajustar o objeto social, regras de administração e responsabilidades.
Um objeto social desalinhado pode gerar dificuldades em licenças, contratos, enquadramentos e relacionamento com instituições financeiras.
Empresas familiares precisam de regras específicas para entrada de herdeiros, critérios de participação, proteção patrimonial, governança e continuidade administrativa.
Sem isso, o risco de disputas internas e descontinuidade aumenta de forma significativa.
Revisar contrato social e regras internas no momento certo é uma decisão estratégica, não burocrática.
O momento ideal é quando a empresa ainda está operando bem, porque é quando existe margem para decidir com calma, negociar cláusulas, implementar governança e organizar documentos sem o peso de uma crise.
Quando a revisão acontece apenas na urgência, as decisões são tomadas sob pressão, com menos poder de negociação, mais concessões e maior risco de erro.
Além disso, em situações críticas, muitas vezes já existe desgaste entre sócios, o que dificulta consenso.
Um contrato social atualizado e regras internas bem estruturadas trazem previsibilidade. Isso significa saber, de forma objetiva:
Essa previsibilidade reduz litigiosidade e protege a empresa contra decisões unilaterais, abusos e desorganização.
Quando não há delimitação clara de poderes, registro de decisões e conformidade interna, cresce o risco de responsabilização de administradores e, em alguns cenários, de sócios.
A governança documental é um elemento prático de prevenção, porque demonstra organização, diligência e respeito às regras da própria sociedade.
Empresas com contratos e regras internas coerentes passam mais confiança. Isso impacta negociações, auditorias, due diligence, entrada de sócio e contratação com empresas maiores.
Em termos práticos, é menos fricção e mais velocidade nos negócios.
O trabalho não é apenas trocar cláusulas ou atualizar dados na Junta Comercial.
Um Advogado Empresarial atua para mapear riscos, alinhar o documento com a realidade e construir mecanismos de prevenção de conflitos.
O primeiro passo é entender como a empresa realmente funciona: quem decide, como aprova gastos, como distribui lucros, como contrata, como assina e como resolve divergências hoje.
A partir disso, o advogado identifica pontos de fragilidade e propõe soluções compatíveis com a cultura e o estágio do negócio.
Entre os pontos que costumam exigir atenção, estão:
Além do contrato social, o advogado pode estruturar:
Na prática, isso torna a operação mais segura e organizada.
O Advogado também orienta sobre formalidades necessárias, registros, alterações e documentos de suporte.
Isso evita invalidades, exigências e bloqueios em órgãos, bancos e contratos com terceiros.
Imagine uma empresa com dois sócios, 50% para cada um, que começou pequena e cresceu rapidamente.
O contrato social original é básico, não define alçadas, não define o que acontece em caso de impasse, e não disciplina saída de sócio nem critérios de avaliação de quotas.
A empresa passa a negociar um contrato relevante com um cliente grande, e precisa assinar garantias e assumir obrigações.
Um dos sócios aprova, o outro discorda.
Como o contrato social não define quórum específico nem procedimento de desempate, a empresa trava.
O cliente perde a confiança e encerra a negociação.
Pouco depois, o sócio que queria assinar decide sair e exige um valor elevado pela participação, mas não existe regra de apuração de haveres.
Começa um conflito que vira discussão judicial, com perícia, bloqueios e desvio de foco da operação.
Esse cenário é mais comum do que parece e, muitas vezes, poderia ser evitado com uma revisão preventiva do contrato social e um acordo de sócios bem estruturado.
Prevenção societária é estratégia, não formalidadeProcurar um advogado especialista em Direito Empresarial no momento de revisar ou atualizar contrato social e regras internas é uma decisão de maturidade empresarial. É quando você transforma a empresa de um arranjo informal entre pessoas em uma estrutura sólida, previsível e protegida. O empresário não precisa esperar o conflito aparecer para agir. Pelo contrário: O melhor momento para organizar a casa é quando a operação está funcionando, porque é aí que você consegue ajustar regras, prevenir disputas, proteger o patrimônio e preparar a empresa para crescer com segurança.
|
Divergências entre sócios são mais comuns do que muitos empresários imaginam.
Elas podem começar de forma discreta, em decisões pequenas do dia a dia, e evoluir para conflitos que travam a gestão, comprometem contratos, afetam a saúde financeira e, em casos mais graves, levam à dissolução da sociedade.
O ponto principal é este: Quando aparecem sinais de desalinhamento entre sócios, esse já é o momento ideal de procurar um Advogado Empresarial.
Divergência entre sócios não é necessariamente briga.
Pode ser uma discordância recorrente sobre prioridades, gestão e dinheiro.
O problema é que, sem regras claras e sem condução técnica, a divergência vira instabilidade.
Esses temas são sensíveis porque mexem com poder e com dinheiro.
Se não existirem mecanismos objetivos para tomada de decisão, qualquer assunto vira disputa pessoal.
Quando não há governança e documentação, o conflito começa a contaminar tudo:
Em sociedades com participação igualitária, o risco de travamento é ainda maior.
Basta um impasse para a empresa ficar paralisada.
O melhor momento para procurar um advogado empresarial é quando o conflito ainda está no campo da divergência e não virou ruptura.
Nesse estágio, ainda existe espaço para negociação, ajuste de regras e criação de soluções que preservem a empresa.
Litígios societários costumam ser longos, caros e emocionalmente desgastantes.
Além disso, o processo judicial muitas vezes não resolve o problema real, porque a empresa precisa continuar operando enquanto os sócios brigam.
Quando o conflito chega ao Judiciário sem uma preparação estratégica, as chances de dano financeiro e reputacional aumentam muito.
O advogado empresarial, quando atua corretamente, não entra para “comprar briga”.
Ele entra para proteger a empresa, organizar o funcionamento e reduzir riscos.
Mesmo quando há interesses opostos, é possível construir caminhos técnicos que preservem a continuidade do negócio e tragam previsibilidade.
Toda sociedade saudável precisa de dois pilares:
Se a empresa não tem isso formalizado, o conflito vira disputa de força, e não de critérios.
O papel do Advogado é transformar um cenário emocional em um caminho jurídico e estratégico.
Quando o conflito não é administrado, ele tende a evoluir para situações mais graves.
Impasse em aprovação de gastos, investimentos, contratações e contratos importantes. Resultado: a empresa perde timing e competitividade.
Um sócio pode tentar tomar decisões sozinho, assinar contratos sem consenso, movimentar recursos, alterar estratégias, contratar pessoas sem critérios.
Isso gera insegurança e pode produzir responsabilidades para a empresa e para administradores.
É comum surgirem acusações sobre retirada indevida, despesas pessoais pagas pela empresa, favorecimento de terceiros, ocultação de dados e acesso restrito a documentos.
Sem processo de governança e prestação de contas, o conflito fica ainda mais tóxico.
Quando um sócio decide sair ou é pressionado a sair sem regras claras, nasce a disputa: quanto vale a participação, como se calcula, em quanto tempo paga, com quais garantias.
Sem previsão contratual adequada, esse cenário quase sempre termina em discussão judicial.
Em casos extremos, pode ocorrer dissolução da sociedade, com efeitos diretos na operação, nos contratos e na relação com funcionários e credores.
O custo empresarial e emocional costuma ser alto.
O Advogado Empresarial tem um papel técnico e estratégico.
Ele atua para reduzir risco e organizar soluções, respeitando o cenário real da empresa.
O primeiro passo é entender:
Isso permite criar uma estratégia adequada e evitar medidas impulsivas.
Muitas divergências se agravam porque o contrato social é genérico e não prevê mecanismos de decisão e proteção.
O Advogado pode revisar e estruturar cláusulas como:
Quando bem desenhadas, essas regras reduzem o espaço para conflito e dão previsibilidade.
O advogado pode conduzir conversas difíceis com técnica, registrando propostas, formalizando termos e evitando que a negociação vire troca de acusações.
Muitas vezes, só o fato de existir uma estrutura profissional na negociação já reduz a tensão e aumenta a chance de acordo.
Dependendo do caso, o advogado pode viabilizar soluções como:
O objetivo é resolver o problema sem destruir a empresa.
Quando não existe possibilidade de acordo, o advogado empresarial prepara o caso com estratégia, evidências e foco em proteger a empresa e o cliente.
Mas a diferença é que, quando a preparação é feita desde cedo, o risco de medidas precipitadas diminui e a chance de um desfecho menos danoso aumenta.
Imagine uma empresa com dois sócios. Um toca a operação e o outro cuida do comercial.
No início, tudo funcionava bem, mas a empresa cresceu e começaram as divergências.
O sócio operacional quer reinvestir para contratar equipe e expandir estrutura.
O sócio comercial quer aumentar retirada e distribuir mais lucros.
Começam discussões sobre despesas, contratações e uso do caixa.
Um deles passa a desconfiar de pagamentos e restringe acesso a contas e informações.
O outro, para não travar a empresa, começa a decidir sozinho e assinar contratos sem consenso.
Sem regras claras de alçada, quórum e transparência, o conflito escala.
Funcionários sentem o ambiente, fornecedores ficam inseguros e um contrato importante quase é perdido por atraso em assinatura.
Nesse cenário, a atuação do Advogado Empresarial pode consistir em:
O que poderia virar litígio vira um plano com regras. E mesmo que a separação seja inevitável, ela ocorre com menos risco, menos dano e mais previsibilidade.
Divergência societária se trata com estratégia, não com improvisoQuando surgem divergências entre sócios, o melhor movimento é agir cedo. Procurar um Advogado Especialista em Direito Empresarial nesse momento é uma forma de proteger a empresa, reduzir riscos, manter a operação funcionando e criar um caminho objetivo, seja para recompor a governança, seja para estruturar uma separação saudável. |
Se a sua empresa está prestes a comprar outra empresa, ou se recebeu proposta para ser adquirida, você está diante de um dos momentos mais relevantes da vida empresarial.
Uma operação de compra e venda de empresa não é apenas uma negociação de preço.
É um processo jurídico e estratégico que envolve riscos ocultos, responsabilidades futuras, impacto tributário, efeitos sobre contratos, funcionários, passivos trabalhistas e fiscais, além de cláusulas que podem comprometer a continuidade do negócio.
É exatamente por isso que esse é o momento ideal para buscar um Advogado Especialista em Direito Empresarial.
O papel do advogado não é burocratizar a negociação, e sim proteger o seu patrimônio, reduzir riscos, garantir segurança jurídica e estruturar a operação para que ela seja viável, sustentável e previsível.
Quando falamos em comprar uma empresa ou ser comprado, precisamos entender que, juridicamente, a operação pode ser estruturada de formas diferentes, e cada uma delas muda completamente o risco do negócio.
Na compra de quotas (em sociedades limitadas) ou ações (em sociedades anônimas), você adquire a empresa como um todo, com ativos e também com passivos, inclusive aqueles que ainda não apareceram de forma clara.
Por isso, a etapa de due diligence e as garantias contratuais são decisivas.
Em algumas operações, a compra envolve apenas ativos específicos, carteira de clientes, marca, máquinas, ponto comercial ou uma unidade de negócio.
Isso pode reduzir determinados riscos, mas não elimina a necessidade de análise jurídica, porque existem regras sobre sucessão, contratos, propriedade intelectual, obrigações trabalhistas, e formalidades de transferência.
Há casos em que a operação é uma fusão, incorporação, cisão ou uma combinação com troca de participações.
Isso exige organização documental e planejamento para reduzir custos e riscos, além de garantir que o controle e a governança fiquem claros.
O melhor momento para envolver um advogado empresarial é antes de assinar qualquer documento relevante, mesmo que seja um memorando simples, uma proposta ou um termo de intenção.
A forma como a negociação começa costuma definir o nível de risco que você aceitará no final.
Muitos empresários assinam documentos iniciais acreditando que “ainda não é contrato”.
Na prática, dependendo do texto e do contexto, esses documentos podem criar obrigações, multas, exclusividade, confidencialidade com penalidades e até responsabilidade por ruptura de negociações.
O grande perigo de uma compra e venda não está no que aparece na planilha, mas no que está escondido em contratos, passivos e contingências.
Sem análise técnica, você pode comprar um problema ou vender deixando pontas que voltarão contra você.
A assinatura não encerra o risco.
Em operações de M&A, o contrato define responsabilidades por anos, com cláusulas de indenização, ajustes de preço, retenções, earn-out, não concorrência e obrigações de transição. Sem um bom contrato, o pós-fechamento pode se transformar em disputa.
Quando não há acompanhamento jurídico, os riscos mais comuns são concretos e caros.
Ao comprar quotas, você pode herdar passivos trabalhistas, fiscais, cíveis, ambientais e regulatórios, ainda que eles não estejam registrados como dívida imediata.
Contingência é justamente isso: algo que pode se tornar uma obrigação relevante no futuro.
Sem critérios claros de valuation, ajustes e auditoria, você pode pagar por um faturamento que não se sustenta, por contratos que não serão mantidos, por clientes que podem sair, ou por ativos que não estão corretamente formalizados.
Se você está vendendo, sem um contrato bem estruturado você pode continuar respondendo por fatos anteriores, por garantias mal redigidas, ou por obrigações que deveriam ter ficado limitadas ao período em que você era gestor.
Sem assessoria, o empresário negocia sozinho com documentos preparados pela outra parte, sob pressão de prazo. Isso é especialmente perigoso quando a outra parte é mais profissionalizada ou tem equipe jurídica e financeira estruturada.
A atuação do Advogado empresarial começa antes do contrato e continua até o fechamento e o pós-fechamento, conforme o caso.
O advogado avalia se é melhor fazer:
A estrutura correta pode reduzir risco e evitar custos desnecessários.
Due diligence é a fase em que se verifica a realidade da empresa.
O Advogado vai analisar e coordenar a verificação de pontos como:
Essa etapa permite decidir com base em fatos, e não em promessas.
Em compra e venda, os documentos mais comuns incluem:
O Advogado garante que o contrato distribua riscos de forma adequada, estabeleça obrigações claras e crie mecanismos de proteção para o cliente.
Um contrato bem estruturado normalmente prevê:
Essas cláusulas, quando bem trabalhadas, são o que separa uma operação segura de um futuro litígio.
O advogado acompanha a fase de fechamento para garantir que tudo seja cumprido corretamente:
O pós-fechamento é crítico, porque é quando surgem discussões sobre ajuste de preço, metas, indenizações e interpretação contratual.
Por Exemplo: Como um negócio promissor vira problema sem assessoria
Imagine que uma empresa de serviços decide comprar uma concorrente menor para expandir carteira de clientes.
O vendedor apresenta faturamento e lista de contratos, e o comprador fecha rapidamente para “não perder oportunidade”.
O contrato é simples e não prevê retenção de preço, não define claramente responsabilidades, e não há due diligence.
Após a compra, o comprador descobre que:
Resultado: o comprador pagou um preço baseado em um cenário que não se sustenta e herdou passivos que comprometem o caixa.
Sem garantias contratuais robustas, cobrar do vendedor se torna difícil e, muitas vezes, depende de discussão judicial longa.
Com assessoria jurídica desde o início, esse caso poderia ter sido estruturado com due diligence, condições de fechamento, ajuste de preço, retenção em escrow e cláusulas de indenização, reduzindo significativamente o prejuízo.
Comprar ou vender empresa é decisão estratégica e precisa de proteção jurídicaQuando a empresa vai comprar outra empresa ou ser comprada, o advogado empresarial não entra para “complicar”. Ele entra para evitar que uma grande oportunidade vire uma grande dor de cabeça. A compra e venda de empresas envolve risco jurídico real, muitas vezes invisível no início. Com a assessoria adequada, você negocia melhor, estrutura a operação de forma inteligente, reduz passivos e cria previsibilidade para o pós-fechamento.
|
Como vimos ao longo deste post, procurar um advogado especialista em Direito Empresarial não deve ser visto como reação a um problema, mas como parte da gestão responsável do negócio.
O advogado atua para antecipar riscos, estruturar decisões, proteger patrimônio, organizar relações societárias e dar segurança para que a empresa continue crescendo de forma sustentável.
Felizmente, agora você já sabe Quando procurar um Advogado Especialista em Direito Empresarial.
Como Advogados Especialistas em Direito Empresarial, só aqui nós mostramos:
Saber quando procurar um advogado especialista em Direito Empresarial é uma das decisões mais importantes para a saúde do negócio.
Leia também:
Empresas que contam com assessoria adequada crescem com mais estabilidade, clareza e proteção.
Estamos aqui para ajudar.
Até o próximo conteúdo.
Nossa Missão
Nossa História
Promover soluções jurídicas eficientes, com base em ética, transparência e compromisso com os interesses reais de nossos clientes.
Com anos de experiência, construímos uma trajetória marcada pela confiança e pela busca contínua por excelência no atendimento jurídico.
A Paschoalin Berger advogados acredita e se compromete com os valores da advocacia resolutiva, tendo por base análises objetivas de probabilidade de êxito, identificação dos reais interesses.
