5 Erros que o Médico nunca deve cometer ao responder o CRM.

5 Erros que o Médico nunca deve cometer ao responder o CRM.

Responder ao CRM não é um ato meramente administrativo.

Trata-se de uma manifestação formal, com repercussões jurídicas, éticas e profissionais, que exige técnica, cautela e conhecimento específico das normas que regem a atuação médica.

Uma resposta mal elaborada, incompleta, excessiva ou emocional pode ser interpretada de forma desfavorável e usada contra o próprio profissional ao longo do procedimento.

Pensando nisso, preparamos esse post especialmente para você.

Como Advogados Especialistas em Cassação do CRM, explicamos tudo o que você precisa saber sobre 5 Erros que o Médico nunca deve cometer ao responder o CRM.

Confira:

  1. Responder ao CRM sem orientação de Advogados Especialistas em Cassação do CRM.
  2. Responder de forma emocional ou defensiva.
  3. Desconsiderar o prontuário médico como prova central.
  4. Perder prazos ou responder de forma incompleta.
  5. Subestimar as consequências de uma resposta mal elaborada.

 

Por isso, é fundamental compreender que a forma como o médico responde ao CRM pode definir todo o rumo do processo ético-profissional.

Então, vamos ao que interessa?

Responder ao CRM não é um ato isolado, mas parte de uma estratégia de defesa ética e jurídica.

Contar com Advogados Especialistas em Cassação do CRM desde o primeiro contato com o CRM não é um sinal de culpa, mas de responsabilidade profissional.

É a forma mais segura de preservar a carreira, a reputação e a tranquilidade do médico diante de uma situação que, se mal conduzida, pode gerar consequências sérias e duradouras.

 

 

 

  1. Responder ao CRM sem orientação de Advogados Especialistas em Cassação do CRM.

Responder ao CRM sem orientação jurídica especializada é, sem dúvida, o erro mais comum e, ao mesmo tempo, o mais perigoso.

Muitos médicos acreditam que, por estarem com a consciência tranquila, basta explicar os fatos de forma simples e objetiva para que a situação se resolva.

O problema é que o processo ético-profissional no CRM não funciona como uma conversa informal.

Trata-se de um procedimento administrativo disciplinar, regido por normas próprias, com fases bem definidas, prazos rigorosos e consequências extremamente sérias.

Uma resposta mal elaborada pode:

  • Produzir confissão involuntária;
  • Contradizer o prontuário médico;
  • Violar o Código de Ética Médica;
  • Enfraquecer a defesa desde a fase inicial;
  • Servir de base para abertura de processo ético-profissional.

O que muitos médicos não sabem é que tudo o que é dito ou escrito ao CRM pode e será utilizado ao longo de todo o processo, inclusive em eventual ação judicial futura.

Para Ilustrar

É comum o médico, ao receber uma notificação de sindicância, redigir a resposta sozinho, relatando os fatos “como se lembra” e tentando demonstrar boa-fé e empatia com o paciente.

Em um caso prático, por exemplo, o médico pode afirmar que “optou por determinada conduta clínica diante da gravidade do quadro”.

No entanto, o prontuário não registra essa gravidade de forma clara ou não documenta adequadamente a justificativa da conduta.

Essa simples frase, escrita sem orientação técnica, pode ser interpretada pelo CRM como:

  • Falha na documentação médica;
  • Conduta imprudente ou negligente;
  • Descumprimento de protocolos assistenciais.

O resultado é a transformação de uma sindicância, que poderia ser arquivada, em um processo ético-profissional com risco real de penalização.

O que pode acontecer se o médico responder sozinho?

Responder ao CRM sem advogado especialista expõe o médico a riscos que vão muito além da simples advertência.

Entre as principais consequências possíveis estão:

  • Abertura de processo ético-profissional;
  • Aplicação de censura confidencial ou pública;
  • Suspensão do exercício profissional;
  • Cassação do registro profissional;
  • Comunicação do resultado a hospitais, clínicas e operadoras de saúde;
  • Impactos diretos na reputação e na carreira.

Além disso, decisões do CRM podem servir de fundamento para ações cíveis de indenização e até para investigações criminais, ampliando ainda mais os prejuízos ao médico.

Principais penalidades aplicadas pelo CRM

O Conselho Regional de Medicina pode aplicar diversas penalidades, conforme a gravidade da infração apurada, entre elas:

  • Advertência confidencial;
  • Censura confidencial;
  • Censura pública;
  • Suspensão do exercício profissional por até 30 dias;
  • Cassação do registro profissional.

A cassação do CRM representa o encerramento da carreira médica, com impactos pessoais, financeiros e emocionais profundos. E, em muitos casos, ela é precedida por erros defensivos cometidos ainda nas primeiras manifestações do médico ao Conselho.

Como o Advogado Especialista em Cassação do CRM pode ajudar desde o início

O Advogado Especialista em Cassação do CRM atua de forma estratégica desde o primeiro contato com o Conselho.

Sua atuação não se limita a “responder ofícios”, mas envolve análise técnica profunda do caso.

Entre as principais formas de atuação estão:

  • Análise minuciosa da notificação recebida;
  • Estudo detalhado do prontuário médico;
  • Avaliação dos riscos éticos e jurídicos;
  • Construção de uma narrativa defensiva coerente e segura;
  • Elaboração de resposta técnica alinhada ao Código de Ética Médica;
  • Atuação preventiva para evitar a abertura de processo;
  • Acompanhamento em todas as fases do procedimento.

Cada palavra utilizada na resposta ao CRM é estrategicamente pensada para proteger o médico e reduzir riscos futuros.

Responder ao CRM não é um ato simples, é uma decisão estratégica

Responder ao CRM sem orientação jurídica especializada é um erro que pode custar toda uma carreira construída ao longo de anos de estudo e dedicação.

O médico precisa compreender que o Conselho não é um espaço de informalidade, mas um órgão disciplinar com poder para aplicar penalidades severas.

A atuação preventiva, com apoio de Advogados Especialistas em Cassação do CRM, é a forma mais segura de proteger não apenas o registro profissional, mas também a reputação, a tranquilidade e o futuro.

Diante de qualquer notificação do CRM, a orientação é clara: não responda sozinho.

A escolha de Advogados Especialistas em Cassação do CRM pode ser a diferença entre o arquivamento do caso e a abertura de um processo com consequências irreversíveis.

 

 

  1. Responder de forma emocional ou defensiva.

O segundo principal erro que o médico nunca deve cometer ao responder o CRM: responder de forma emocional ou excessivamente defensiva.

Vamos entender isso melhor?

O que significa responder de forma emocional ou defensiva?

Responder de forma emocional ocorre quando o médico redige sua manifestação movido por sentimentos como revolta, medo, ansiedade ou indignação.

Já a postura defensiva excessiva se caracteriza por respostas agressivas, justificativas longas, acusações ao paciente, ao denunciante ou até ao próprio Conselho.

É comum encontrar respostas com expressões de desabafo, tentativas de justificar cada detalhe da conduta ou afirmações categóricas de que houve perseguição ou injustiça.

Embora compreensíveis do ponto de vista humano, essas reações são extremamente prejudiciais no âmbito ético-profissional.

O CRM não analisa emoções. O Conselho analisa fatos, documentos, condutas e aderência ao Código de Ética Médica.

Por que esse é o segundo principal erro ao responder o CRM?

Esse é considerado o segundo principal erro porque, na prática, ele costuma ocorrer logo após o primeiro: O médico responde sem advogado e, além disso, responde impulsivamente.

A resposta emocional costuma gerar:

  • Excesso de informações desnecessárias;
  • Contradições com o prontuário médico;
  • Linguagem inadequada ou agressiva;
  • Demonstração de falta de equilíbrio profissional;
  • Prejuízo à imagem ética do médico.

Em muitos casos, uma sindicância que poderia ser arquivada se transforma em processo ético-profissional justamente pelo conteúdo da resposta apresentada.

Para Ilustrar

Imagine um médico que recebe uma notificação após reclamação de paciente insatisfeito.

Sentindo-se injustiçado, ele responde afirmando que o paciente “não seguiu as orientações”, que “age de má-fé” ou que “busca apenas vantagem financeira”.

Mesmo que parte disso seja verdade, esse tipo de manifestação pode ser interpretado pelo CRM como postura antiética, desrespeitosa ou incompatível com os deveres da profissão médica.

Além disso, ao tentar se defender emocionalmente, o médico pode acabar explicando demais, trazendo fatos que não estavam em discussão e criando novos pontos de questionamento que não existiam inicialmente.

O que pode acontecer quando o médico responde de forma emocional?

As consequências de uma resposta emocional ou defensiva podem ser sérias e, muitas vezes, irreversíveis dentro do processo administrativo.

Entre os principais riscos estão:

  • Fortalecimento da acusação;
  • Dificuldade de retratação futura;
  • Abertura de processo ético-profissional;
  • Interpretação negativa da postura do médico;
  • Maior rigor no julgamento do caso.

É importante compreender que o CRM valoriza a postura técnica, ética e equilibrada.

Uma resposta impulsiva pode transmitir exatamente o oposto do que o médico pretende demonstrar.

Principais penalidades que podem decorrer desse erro

Embora a penalidade não decorra diretamente da emoção em si, a forma como o médico se manifesta pode influenciar decisivamente o desfecho do processo.

As penalidades possíveis incluem:

  • Advertência confidencial;
  • Censura confidencial;
  • Censura pública;
  • Suspensão do exercício profissional;
  • Cassação do registro profissional.

Em muitos processos, o conteúdo da resposta inicial é utilizado como base para justificar a gravidade da penalidade aplicada.

Como evitar o erro de responder emocionalmente ao CRM?

Evitar esse erro exige, antes de tudo, compreender que o CRM não é um espaço para desabafo ou indignação pessoal.

A resposta deve ser estratégica, técnica e juridicamente orientada.

Algumas medidas fundamentais incluem:

  • Não responder imediatamente após receber a notificação;
  • Evitar redigir a resposta sozinho;
  • Analisar cuidadosamente o prontuário médico;
  • Limitar-se aos fatos relevantes;
  • Utilizar linguagem técnica e objetiva;
  • Contar com orientação de Advogados Especialistas em Cassação do CRM.

O distanciamento emocional é essencial para uma defesa eficaz, e esse distanciamento é proporcionado, na prática, pela atuação do advogado.

Emoção e defesa técnica não caminham juntas no CRM!

Responder ao CRM de forma emocional ou excessivamente defensiva é um erro que pode custar caro.

O médico precisa compreender que, nesse ambiente, menos é mais, e que a forma como se manifesta pode ser tão relevante quanto o fato investigado.

A defesa ética-profissional exige estratégia, técnica e frieza.

Contar com Advogados Especialistas em Cassação do CRM desde o primeiro contato com o Conselho não é exagero, mas uma medida de proteção essencial para preservar o registro profissional, a reputação e a carreira construída ao longo de anos.

Diante de uma notificação do CRM, a orientação é clara: Controle a emoção, evite respostas impulsivas e busque imediatamente orientação jurídica especializada.

 

 

  1. Desconsiderar o prontuário médico como prova central.

Desconsiderar o prontuário como prova central é um erro grave, recorrente e extremamente prejudicial à defesa.

E você já vai entender o porque.

O que significa desconsiderar o prontuário médico na resposta ao CRM?

Desconsiderar o prontuário médico não significa apenas não anexá-lo à resposta.

Esse erro ocorre, principalmente, quando o médico responde ao CRM com base apenas na memória dos fatos, em justificativas genéricas ou em explicações verbais que não encontram respaldo na documentação clínica.

Também é comum que o médico apresente uma narrativa que não está plenamente refletida no prontuário, ou que ignore falhas, lacunas e inconsistências existentes no registro médico, acreditando que isso não será observado pelo Conselho.

O prontuário médico é o principal documento analisado pelo CRM.

Ele é a base objetiva sobre a qual toda a conduta profissional será avaliada.

Por que esse é o terceiro principal erro ao responder o CRM?

Esse é o terceiro principal erro porque, mesmo médicos que contam com alguma orientação inicial ou que evitam respostas emocionais, frequentemente subestimam o peso jurídico e ético do prontuário.

Na prática, o CRM tende a valorizar mais o que está documentado do que aquilo que é alegado posteriormente.

Quando há divergência entre a versão do médico e o prontuário, prevalece o documento.

Ignorar essa realidade pode resultar em:

  • Fragilização completa da defesa;
  • Presunção de falha assistencial;
  • Interpretação de negligência documental;
  • Dificuldade de comprovar a correção da conduta.

Em processos ético-profissionais, a ausência ou deficiência do prontuário costuma ser interpretada em desfavor do médico.

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Imagine um médico que, ao responder o CRM, afirma que explicou detalhadamente os riscos do procedimento ao paciente e que obteve consentimento esclarecido.

No entanto, o prontuário não contém registro dessa explicação nem termo de consentimento assinado.

Mesmo que a orientação tenha sido efetivamente prestada, a ausência de registro documental enfraquece completamente a defesa.

Para o CRM, o que não está documentado é, em regra, considerado como não realizado.

Outro exemplo comum é a justificativa de determinada conduta clínica sem que o raciocínio médico esteja adequadamente descrito no prontuário, abrindo espaço para questionamentos sobre imprudência ou imperícia.

O que pode acontecer quando o prontuário é ignorado ou mal utilizado?

Quando o médico desconsidera o prontuário como prova central, as consequências podem ser graves.

O Conselho pode entender que houve falha não apenas na assistência, mas também no dever ético de documentação.

Entre os principais riscos estão:

  • Valorização da versão do paciente ou do denunciante;
  • Presunção de irregularidade da conduta médica;
  • Dificuldade de produção de prova em favor do médico;
  • Abertura de processo ético-profissional;
  • Aumento da gravidade da imputação ética.

Além disso, problemas no prontuário frequentemente repercutem também na esfera cível e judicial, ampliando os prejuízos ao profissional.

Principais penalidades relacionadas a falhas no prontuário médico

O Código de Ética Médica impõe ao médico o dever de elaborar e manter prontuário legível, completo e fidedigno.

O descumprimento desse dever pode resultar em penalidades como:

  • Advertência confidencial;
  • Censura confidencial;
  • Censura pública;
  • Suspensão do exercício profissional;
  • Cassação do registro profissional, nos casos mais graves ou reiterados.

Em muitos processos, a penalidade aplicada decorre mais da deficiência documental do que do ato médico em si.

Como evitar o erro de desconsiderar o prontuário médico?

Evitar esse erro exige uma atuação técnica e estratégica desde o primeiro momento da defesa.

Algumas medidas essenciais incluem:

  • Analisar cuidadosamente todo o prontuário antes de responder ao CRM;
  • Verificar se a narrativa defensiva está plenamente compatível com os registros;
  • Identificar lacunas, falhas ou inconsistências documentais;
  • Evitar alegações que não possam ser comprovadas por documentos;
  • Utilizar o prontuário como eixo central da resposta;
  • Contar com a orientação de Advogados Especialistas em Cassação do CRM.

A resposta ao CRM deve ser construída a partir do prontuário, e não o contrário.

 

No CRM, o prontuário é a principal defesa do médico

Desconsiderar o prontuário médico como prova central é um erro que pode comprometer seriamente a defesa ética-profissional.

No âmbito do CRM, não basta ter agido corretamente; é indispensável conseguir demonstrar isso por meio de documentação adequada.

O médico precisa compreender que o prontuário é mais do que um registro clínico. Ele é um documento jurídico, ético e probatório, capaz de proteger ou prejudicar a carreira profissional.

Por isso, diante de qualquer notificação do CRM, a orientação é clara: Jamais responda sem analisar cuidadosamente o prontuário e sem contar com o suporte de Advogados Especialistas em Cassação do CRM.

Essa atuação técnica pode ser decisiva para preservar o registro profissional, a reputação e a tranquilidade do médico.

 

 

  1. Perder prazos ou responder de forma incompleta.

Entre todos os equívocos cometidos por médicos ao lidarem com notificações do Conselho Regional de Medicina, perder prazos ou responder de forma incompleta está entre os mais graves.

Esse erro não decorre, necessariamente, de má-fé, mas da falsa ideia de que o procedimento no CRM é simples ou flexível.

O que significa perder prazos ou responder de forma incompleta?

Perder prazos ocorre quando o médico deixa de apresentar resposta dentro do período estipulado pelo CRM, seja por desconhecimento, seja por subestimar a importância da notificação recebida.

Responder de forma incompleta, por sua vez, acontece quando o médico até se manifesta dentro do prazo, mas deixa de apresentar documentos essenciais, esclarecimentos relevantes ou informações solicitadas expressamente pelo Conselho.

Ambas as situações são extremamente prejudiciais, pois transmitem a ideia de desinteresse, descuido ou até resistência injustificada à apuração ética.

Por que esse é o quarto principal erro ao responder o CRM?

Esse é o quarto principal erro porque ele costuma ocorrer mesmo entre médicos que desejam se defender corretamente, mas não compreendem a rigidez procedimental do CRM.

O Conselho trabalha com prazos definidos em normas internas.

O descumprimento desses prazos pode gerar:

  • Preclusão do direito de manifestação;
  • Continuidade do processo sem a versão do médico;
  • Valoração negativa da postura profissional;
  • Presunção de veracidade dos fatos narrados na denúncia.

Ou seja, mesmo um médico que tenha razão pode ser prejudicado simplesmente por não observar prazos ou formalidades.

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Um exemplo comum ocorre quando o médico recebe a notificação, separa mentalmente os documentos necessários, mas adia a resposta acreditando que poderá justificar o atraso posteriormente.

Quando percebe, o prazo já se encerrou.

O processo segue sem a manifestação do médico, e o Conselho analisa apenas os documentos do denunciante.

Outro exemplo é o médico que responde dentro do prazo, mas deixa de anexar o prontuário completo ou não esclarece pontos específicos solicitados pelo CRM, gerando a impressão de omissão ou tentativa de ocultar informações.

O que pode acontecer quando o médico perde prazos ou responde mal?

As consequências desse erro são diretas e, muitas vezes, irreversíveis dentro do procedimento administrativo.

Entre os principais riscos estão:

  • Prosseguimento do processo sem defesa efetiva;
  • Enfraquecimento significativo da posição do médico;
  • Dificuldade de reversão em fases posteriores;
  • Maior rigor na análise da conduta;
  • Abertura de processo ético-profissional ou agravamento da imputação.

Além disso, a postura de descumprimento de prazos pode ser interpretada como falta de zelo e responsabilidade profissional.

Principais penalidades relacionadas à perda de prazos e respostas incompletas

Embora a penalidade decorra do conjunto da apuração, perder prazos ou responder de forma incompleta contribui para decisões mais severas.

As penalidades possíveis incluem:

  • Advertência confidencial;
  • Censura confidencial;
  • Censura pública;
  • Suspensão do exercício profissional;
  • Cassação do registro profissional.

Em muitos casos, a gravidade da penalidade está relacionada à fragilidade da defesa, e não apenas ao fato investigado.

Como evitar o erro de perder prazos ou responder de forma incompleta?

Evitar esse erro exige organização, atenção e acompanhamento técnico desde o primeiro contato com o CRM.

Algumas medidas essenciais incluem:

  • Ler atentamente a notificação recebida;
  • Identificar com precisão o prazo concedido;
  • Não adiar a tomada de providências;
  • Reunir todos os documentos solicitados;
  • Responder de forma completa, clara e objetiva;
  • Contar com o suporte de Advogados Especialistas em Cassação do CRM.

O controle de prazos é uma atividade jurídica que exige método e experiência, e não deve ser assumida pelo médico sozinho.

No CRM, prazo perdido é defesa perdida

Perder prazos ou responder de forma incompleta ao CRM é um erro que pode custar caro ao médico.

No âmbito ético-profissional, a forma e o tempo da resposta são tão importantes quanto o conteúdo.

O médico precisa compreender que o CRM segue regras processuais rígidas e que não há espaço para improvisação.

Contar com Advogados Especialistas em Cassação do CRM é essencial para proteger o registro profissional, a reputação e a continuidade da carreira.

Diante de qualquer notificação do CRM, a orientação é clara: Aja com rapidez, organização e apoio jurídico especializado.

Essa postura pode ser decisiva para evitar consequências graves e irreversíveis.

 

 

 

  1. Subestimar as consequências de uma resposta mal elaborada.

O quinto principal erro que o médico nunca deve cometer ao responder o CRM: subestimar as consequências de uma resposta mal elaborada.

Trata-se de um erro silencioso, porém extremamente perigoso, capaz de comprometer de forma definitiva a carreira médica.

O que significa subestimar as consequências da resposta ao CRM?

Subestimar as consequências ocorre quando o médico acredita que a resposta apresentada ao CRM é apenas uma formalidade, sem impacto real no processo.

Nessa lógica, o profissional tende a responder rapidamente, sem análise técnica, sem estratégia e sem considerar os desdobramentos futuros daquela manifestação.

Esse erro também se manifesta quando o médico presume que poderá corrigir eventuais falhas posteriormente, ou que uma resposta inicial inadequada não será decisiva para o julgamento final.

No âmbito do CRM, essa percepção está completamente equivocada.

Por que esse é o quinto principal erro ao responder o CRM?

Esse é o quinto principal erro porque ele costuma reunir todos os anteriores.

O médico responde sem advogado, de forma emocional, sem analisar o prontuário, perde prazos ou responde de forma incompleta, tudo isso porque acredita que nada de grave irá acontecer.

A resposta ao CRM não é um ato isolado.

Ela integra o processo administrativo e passa a compor permanentemente os autos.

Tudo o que é dito pode ser utilizado contra o médico em todas as fases do procedimento.

Subestimar esse impacto compromete a defesa desde a sua base.

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Um exemplo recorrente ocorre quando o médico responde de maneira genérica, afirmando que “sempre agiu com ética e zelo” ou que “seguiu todos os protocolos”, sem demonstrar isso de forma técnica e documental.

Em outro cenário, o médico admite parcialmente uma falha, acreditando que essa postura será vista como humildade ou boa-fé.

No entanto, essa admissão pode ser interpretada como confissão de infração ética, servindo de fundamento para penalidades mais severas.

O que parecia uma resposta simples acaba se tornando o principal elemento de acusação.

O que pode acontecer quando o médico subestima a resposta ao CRM?

As consequências de uma resposta mal elaborada vão muito além do processo ético-profissional.

Entre os principais riscos estão:

  • Abertura ou agravamento de processo ético-profissional;
  • Aplicação de penalidades mais severas;
  • Utilização da resposta como prova em ações judiciais;
  • Prejuízo à imagem profissional e institucional;
  • Dificuldade de reversão da decisão em instâncias superiores.

É importante compreender que a resposta ao CRM pode repercutir simultaneamente nas esferas administrativa, cível e até criminal.

Principais penalidades decorrentes de uma resposta mal elaborada

Uma resposta inadequada pode influenciar diretamente na dosimetria da penalidade aplicada pelo Conselho.

As penalidades possíveis incluem:

  • Advertência confidencial;
  • Censura confidencial;
  • Censura pública;
  • Suspensão do exercício profissional;
  • Cassação do registro profissional.

Em muitos casos, o peso da penalidade não está apenas no ato médico, mas na forma como o médico se defendeu.

Como evitar o erro de subestimar as consequências da resposta ao CRM?

Evitar esse erro exige mudança de mentalidade.

O médico precisa compreender que cada manifestação ao CRM é um ato técnico, estratégico e de alto impacto.

Algumas medidas essenciais incluem:

  • Tratar toda notificação do CRM com máxima seriedade;
  • Nunca responder de forma improvisada;
  • Analisar cuidadosamente o contexto do caso;
  • Avaliar os riscos éticos e jurídicos envolvidos;
  • Construir uma resposta estratégica e técnica;
  • Contar com Advogados Especialistas em Cassação do CRM desde o início.

A resposta ao CRM deve ser pensada não apenas para o presente, mas para todos os possíveis desdobramentos futuros.

No CRM, toda resposta gera consequências

Subestimar as consequências de uma resposta mal elaborada ao CRM é um erro que pode custar toda uma carreira.

No âmbito ético-profissional, não existem manifestações neutras.

Toda palavra escrita passa a integrar o processo e pode definir o seu desfecho.

O médico precisa compreender que responder ao CRM é uma decisão estratégica, e não um simples esclarecimento administrativo.

Contar com Advogados Especialistas em Cassação do CRM é uma medida essencial de proteção profissional.

Diante de qualquer notificação do CRM, a orientação é clara: Leve o caso a sério, evite improvisos e busque imediatamente assessoria jurídica especializada.

Essa escolha pode ser determinante para preservar o registro profissional, a reputação e o futuro da carreira médica.

 

Conclusão

Responder a uma notificação do Conselho Regional de Medicina é um dos momentos mais sensíveis da vida profissional do médico.

Como vimos ao longo deste post, erros aparentemente simples podem gerar consequências profundas e, muitas vezes, irreversíveis para a carreira médica.

Felizmente, agora você já sabe 5 Erros que o Médico nunca deve cometer ao responder o CRM.  

Afinal, como Advogados Especialistas em Cassação do CRM só aqui neste post nós mostramos:

  • Responder ao CRM sem orientação de Advogados Especialistas em Cassação do CRM
  • Responder de forma emocional ou defensiva
  • Desconsiderar o prontuário médico como prova central
  • Perder prazos ou responder de forma incompleta
  • Subestimar as consequências de uma resposta mal elaborada

A forma como você responde ao CRM hoje pode determinar se o caso será arquivado ou se se transformará em um processo com consequências duradouras.

 

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Se você, médico, recebeu uma notificação do CRM, a principal orientação é clara e objetiva: não enfrente essa situação sozinho.

Estamos aqui para ajudar.

Até o próximo conteúdo.

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